Hoje fui ao mercado de Santana, localizado entre as Caldas da Rainha e Rio Maior. Depois de uma viagem mais ou menos atribulada, lá cheguei ao local que goza de fama na região.
Ainda bem que não se perderam as tradições tais como; mercados, feiras, festas populares, romarias e outras. Já perdemos tudo, poder de compra, dignidade, emprego, justiça, liberdade, ao menos ainda temos algumas alegrias e pequenos prazeres, mesmo que sejam esses mais básicos. O mercado de Santana continua apesar da época a dar e vender saúde, num local ermo como é possível que se junte tanta gente todos os domingos de manhã?
Já me questionei bastante sobre o mesmo e realmente a explicação só poderá advir de um ponto; A infinita capacidade humana para seguir multidões, e como tal as pessoas gostam de estar onde está muita gente.
Então as pessoas da região frequentam o dito mercado, depois juntam-se alguns forasteiros e depois é como uma bola de neve em que mais pessoas se vão juntando e desta forma formou-se um mercado que evolui de uma forma natural, tendo cada vez mais clientes o que por sua vez também reúne maior apetência dos vendedores instalados e de outros que se vão juntando, no entanto devido á procura elevada de lugares, não existem vagas e há muitos vendedores em lista de espera para arranjar lugar.
Outra das características do local é que se lá passarmos num dia de semana não reconheceremos o local, e no entanto os restaurantes, as barracas do pão e as estruturas das plantas e bancas dos frangos assados estão fixas no local.
A variedade de produtos que se vende ali também contribui bastante para este mercado de sucesso, e vai desde o pão, ao peixe fresco, passando pelas bancas de enchidos e queijos, as bancas de roupa, calçado, perfumes, bijutaria, enormes ~bancas de produtos com preço único, ferramentas, artesanato, sementes, os produtores de fruta e legumes da região, a venda de animais vivos de criação e de companhia, flores, lenha, móveis e para completar as várias barracas fixas de venda de comidas e bebidas e restaurantes improvisados.
Algo que vale a pena ver até porque os preços devido á variedade de vendedores presentes tendem a baixar com a evolução da hora do dia e como o mercado termina por volta das 14 horas, convém vender enquanto existem clientes. Os pregões sucedem-se e nalguns locais torna-se impercetível qualquer tentativa de conversar devido aos vendedores a apregoar as suas promoções.
O mercado também se encontra bem seccionado e os tipos de produtos estão bem agrupados á exceção das barracas de frangos assados e restantes barracas de comidas que se espalham pelo recinto.
O trânsito para se chegar ao local chega a ser caótico, mas depois na área envolvente existem muitos lugares para estacionar, que no entanto no período mais forte entre as 10 e as 12 horas é difícil de estacionar, mas nessas alturas recorre-se á imaginação de cada um e improvisa-se.
Nisto nós somos únicos na Europa, mantemos e apreciamos a tradição e por mais hipermercados e centros comerciais que surjam os mercados sempre irão existir e ainda bem que assim é, pois assim mantém-se em ação um principio básico da economia, o acerto entre a oferta e a procura, aquele momento em que o vendedor pede 10, o comprador oferece 5 e chegam a um acordo por 7.5.
Para quem mora perto é uma forma de conviver encontrar os amigos por ali, comer uma bifana, ou um coirato assado.
O mercado tem 26 anos de existência neste local e foi escolhido pelos vendedores após terem sido impedidos pelos comerciantes locais de realizar o mercado que havia em Benedita. Surgiu então este local em Novembro de 1987 na freguesia de Alvorninha que pertence ao concelho de Caldas da Rainha e que foi batizado com o nome de Mercado de Santana.
O engraçado é que este mercado embora estando localizado numa freguesia das Caldas da Rainha é apontado como pertencente a Rio Maior, no entanto o mesmo fica situado no limite dos 2 concelhos, havendo áreas que pertencem a um concelho e outras que pertencem a outro.
Já me questionei bastante sobre o mesmo e realmente a explicação só poderá advir de um ponto; A infinita capacidade humana para seguir multidões, e como tal as pessoas gostam de estar onde está muita gente.
Então as pessoas da região frequentam o dito mercado, depois juntam-se alguns forasteiros e depois é como uma bola de neve em que mais pessoas se vão juntando e desta forma formou-se um mercado que evolui de uma forma natural, tendo cada vez mais clientes o que por sua vez também reúne maior apetência dos vendedores instalados e de outros que se vão juntando, no entanto devido á procura elevada de lugares, não existem vagas e há muitos vendedores em lista de espera para arranjar lugar.
Outra das características do local é que se lá passarmos num dia de semana não reconheceremos o local, e no entanto os restaurantes, as barracas do pão e as estruturas das plantas e bancas dos frangos assados estão fixas no local.
A variedade de produtos que se vende ali também contribui bastante para este mercado de sucesso, e vai desde o pão, ao peixe fresco, passando pelas bancas de enchidos e queijos, as bancas de roupa, calçado, perfumes, bijutaria, enormes ~bancas de produtos com preço único, ferramentas, artesanato, sementes, os produtores de fruta e legumes da região, a venda de animais vivos de criação e de companhia, flores, lenha, móveis e para completar as várias barracas fixas de venda de comidas e bebidas e restaurantes improvisados.
Algo que vale a pena ver até porque os preços devido á variedade de vendedores presentes tendem a baixar com a evolução da hora do dia e como o mercado termina por volta das 14 horas, convém vender enquanto existem clientes. Os pregões sucedem-se e nalguns locais torna-se impercetível qualquer tentativa de conversar devido aos vendedores a apregoar as suas promoções.
O mercado também se encontra bem seccionado e os tipos de produtos estão bem agrupados á exceção das barracas de frangos assados e restantes barracas de comidas que se espalham pelo recinto.
O trânsito para se chegar ao local chega a ser caótico, mas depois na área envolvente existem muitos lugares para estacionar, que no entanto no período mais forte entre as 10 e as 12 horas é difícil de estacionar, mas nessas alturas recorre-se á imaginação de cada um e improvisa-se.
Nisto nós somos únicos na Europa, mantemos e apreciamos a tradição e por mais hipermercados e centros comerciais que surjam os mercados sempre irão existir e ainda bem que assim é, pois assim mantém-se em ação um principio básico da economia, o acerto entre a oferta e a procura, aquele momento em que o vendedor pede 10, o comprador oferece 5 e chegam a um acordo por 7.5.
Para quem mora perto é uma forma de conviver encontrar os amigos por ali, comer uma bifana, ou um coirato assado.
O mercado tem 26 anos de existência neste local e foi escolhido pelos vendedores após terem sido impedidos pelos comerciantes locais de realizar o mercado que havia em Benedita. Surgiu então este local em Novembro de 1987 na freguesia de Alvorninha que pertence ao concelho de Caldas da Rainha e que foi batizado com o nome de Mercado de Santana.
O engraçado é que este mercado embora estando localizado numa freguesia das Caldas da Rainha é apontado como pertencente a Rio Maior, no entanto o mesmo fica situado no limite dos 2 concelhos, havendo áreas que pertencem a um concelho e outras que pertencem a outro.
O mercado começa pelas 6.00h.
com a chegada dos primeiros vendedores e ás 7.30h. já começam a chegar
também os compradores. o período mais forte do mercado ocorre entre as 9.30h. e as 12.00h . quando se atinge a maior movimentação
do mercado e por volta das 13.00h. a maior parte dos vendedores começa a arrumar a
mercadoria.

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