Posicionar produtos junto a outros pode render mais vendas e, principalmente, pode potenciar o lucro dessas mesmas mercadorias. Cross merchandising, o nome pode ser complicado, mas o conceito é muito simples. Quando o consumidor entra num supermercado e quer comprar um gelado, por exemplo, caminhas até aos móveis expositores de frescos e procura o gelado preferido, se colocarmos colheres para gelados junto a estes, possivelmente o consumidor vai achar que até irá precisar delas para comer os ditos gelados e vai acabar por comprar uma. Ou seja, acabamos de nos deparar com um cross merchandising, Em inglês, o termo quer dizer mercadoria que está relacionada com outra. Neste exemplo, a colher evidentemente tem relação com o gelado e pode fazer com que o cliente a compre por impulso, isto ocorre porque ele lembra-se dela na hora da compra, o que seria muito mais difícil caso ela estivesse somente no sector de bazar. Além disso, aproveita-se também o tráfego maior de clientes na secção de frescos para vender produtos com uma rotação menor, mas com uma margem maior, como é o caso das colheres. Portanto, a função primordial do cross é aumentar a rentabilidade da loja, muito mais do que aumentar as vendas. Este conceito é importante principalmente para se escolher quais produtos deverão ser utilizados e quais não deverão ser. Uma Coca-Cola, por exemplo, não é um produto a ser colocado em cross merchandising porque ela já vende bem naturalmente e também não provoca uma margem de lucro elevada. Ou seja, ela não precisa de um esforço adicional para ser lembrada e comprada pelos clientes. Por outro lado, um copo da Coca-Cola é um produto de menor rotação, pouco lembrado e com margem elevada, que pode ser utilizado ser utilizado num Cross. Existem inúmeros produtos que podem ser
- Molhos para salada com legumes e
verduras
- Copos junto às bebidas
- Escovas com champôs
- Máquinas de café junto ao café
- Livro sobre vinhos com vinhos

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