Dolar, uma moeda que se reavalia a si própria. Senão vejamos, as economias mundiais crescem ou decrescem, mas esse crescimento não é real até ser comparado com o dólar.Se os países ditos maioritáriamenrte desenvolvidos conseguem lidar de forma cautelosa com este cenário económico, já as economias emergentes têm dificuldades que por vezes se tornam mais fortes quando as expectativas são muito altas, bem que em grande parte das vezes essas mesmas expectativas são fomentadas por países que geralmente têm interesses económicos nessas mesmas economias.
Se a isso tudo juntarmos África, todas as suas vicissitudes, as guerras que decorreram de independências conseguidas á custa de muitos valores envolvidos sejam eles materiais ou ideológicos, se juntarmos para além disso todas as dificuldades de aprendizagem que a colonização usou sempre como arma, o difícil e caro acesso ás tecnologias que tardam em chegar e as carências no sector da saúde temos reunidos todos os componentes para uma catástrofe económica evidente.
Óbvio que o difícil será sempre conseguir descobrir onde está o "inimigo" porque o mesmo actua sempre por intermédio de outrem, encoberto por instituições que se auto proclamam como amigas e sendo controladas por interesses externos não tardam em sucumbir a pressão desses mesmos interesses.
A dependência do dólar vai sempre existir até que surja uma nova moeda em África, ou até que os dirigentes africanos criem bases para que o dólar assim como o petróleo não sejam tão importantes para as economias locais.
Se os líderes africanos assim se
considerarem e se unirem em torno de um objectivo comum para o continente poderão inverter esta tendência. Senão
vejamos, as economias mundiais crescem ou decrescem, mas esse crescimento não é
real até ser comparado com o dólar.
De facto todos os países do mundo tentam que as suas economias sejam o mais
prósperas possível, daí terem necessidade de apresentar crescimento
relativamente aos seus pares. Esse crescimento normalmente é acompanhado de
investimento o que por sua vez vai criar emprego, que também irá criar emprego,
mais consumo que criará mais riqueza, mais emprego e tudo gira em volta de um
circulo como se num alguidar agitássemos agua e ela circulasse em volta, quando
a mesma perde força e ameaça parar é como se a economia se esfumasse e os
fantasmas de crise económica, de contracção da economia ensombram esse mesmo
circuito económico.
Se os países ditos maioritáriamenrte desenvolvidos conseguem lidar de forma
cautelosa com este cenário económico, já as economias emergentes têm
dificuldades que por vezes se tornam mais fortes quando as expectativas são
muito altas, bem que em grande parte das vezes essas mesmas expectativas são
fomentadas por países que geralmente têm interesses económicos nessas mesmas
economias.
Se a isso tudo juntarmos África, todas as suas vicissitudes, as guerras que
decorreram de independências conseguidas a custa de muitos valores envolvidos
sejam eles materiais ou ideológicos, se juntarmos para além disso todas as
dificuldades de aprendizagem que a colonização usou sempre como arma, o difícil
e caro acesso ás tecnologias que tardam em chegar e as carências no sector da
saúde temos reunidos todos os componentes para uma catástrofe económica
evidente.
Óbvio que o difícil será sempre conseguir descobrir onde está o
"inimigo" porque o mesmo actua sempre por intermédio de outrem,
encoberto por instituições que se auto proclamam como amigas e sendo controladas
por interesses externos não tardam em sucumbir a pressão desses mesmos
interesses.

A dependência do dólar vai sempre existir até que surja uma nova moeda em
África, ou até que os dirigentes africanos criem bases para que o dólar assim
como o petróleo não sejam tão importantes para as economias locais.
Se os líderes africanos assim se considerarem, e como um todo procurarem um
consenso que defenda os interesses comuns, se as manipulações ideológicas
findarem, as coberturas religiosas e o favorecimento pessoal em detrimento do
bem comum, então poderemos assistir a criação de economias emergentes que no
longo prazo poderão ter o seu papel na economia mundial.
A independência usada como forma de submissão dos países menos
desenvolvidos terá de ser abolida, uma moeda forte como o Euro que poderá
fortalecer as trocas comerciais devido a quantidade de economias que abrange, ou
uma outra que possa eventualmente surgir em África ou na Ásia mas que seja criada
com um interesse igual da parte de todos os seus participantes poderá a médio
longo prazo abolir essa dependência do Dólar que faz com que as economias
desses mesmos países sejam voláteis ao ponto de cada oscilação do Dólar, que
por sua vez tem uma dependência da produção e do preço do petróleo que provoca
oscilações na economia americana e por sua vez arrasta todas essas outras
economias emergentes.
Poderíamos assim dizer que o bater de asas de uma borboleta em
Manhattan poderia provocar um furacão em Cape Town.

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